video da mani*festa*acçom 28j a igreja mata APOSTATA!
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1'20h da madrugada do domingo. 28 de junho de 1969. Oito polícias neoiorquinos disponhem-se a fazer umha das habituais redadas contra os pervertidos, esta vez no bar Stonewall Inn, freqüentado por maricas, bolheras e drag queens hispanas e negras. Várias pessoas som identificadas e algumhas obrigadas a sair ao exterior para ser detidas. Mas desta vez as cousas nom seguem o guiom pre-estabelecido. A gente está enfadada, farta. Começam a chover os insultos e os vasos. Os oito polícias vem-se rodeados e impotentes, e chamam por mais reforços. A indignaçom crece na rua de Cristopher Street, onde se vai concentrando mais gente. Estalham os distúrbios. Na primeira noite 13 manifestantes e 4 polícias resultam feridos. Durante 5 noites mais de 2000 pessoas enfrentam-se com pedras e cocteis molotov a 400 polícias: já nom hai volta atrás. Nasce o gay power e, com el, o movimento de libertaçom gai:
Decálogo do ódio
1º Francisco Vázquez, embaixador espanholíssimo no Vaticano tratou de fazer o impossível para impedir a ampliaçom de direitos a gais e lésbicas. No 2004 o Bispo de Mondonhedo comparou a homossexualidade co assasinato, insistindo em que os 'actos homossexuais' som pecado. As instituiçons políticas seguem a amparar a influência social da igreja num estado que se di aconfesional.
A igreja mata

2º Nas estatísticas de suicídio adolescente e de vítimas de 'mobbing escolar' dispara-se a percentagem de jovens maricas, trans ou bolheras. A homofobia, a transfobia ou a lesbofobia seguem a ser factores determinantes do suicídio adolescente.
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3º Ao redor de 5.000 homossexuais, lésbicas, transsexuais e transgénero forom detidas e repressaliadas polo franquismo, com a cumplicidade da igreja católica que, en ocasons, actuava como denunciante. O governo franquista habilitou duas prisóns para homossexuais, umha em Badajoz e outra em Huelva, que em realidade funcionavam como campos de concentraçom. Os pressos eram obrigados a realizar trabalhos forçados. Nom seremos livres mentres existam cárceres e pessoas pressas.
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4º Entre 1940 e 1945 mais de 300.000 maricas, bolheras e trans forom assasinadas nos Campos de extermínio nazis. A igreja católica guardou um significativo siléncio durante todo o período nazi.
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5º A igreja católica colaborou co Apartheid em Sudáfrica até a sua aboliçom, em 1994. Nos meses anteriores à sua aboliçom houvo grandes manifestaçons de grupos católicos e racistas a favor do Apartheid.
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6º Em 1963 quedou abolida em Missisipi a lei que proibia o matrimónio entre brancos e negros. O Ku Klux Klan e numerosas organizaçons católicas pressionarom para que se mantivera a proibiçom.
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7º Em 1920 aprova-se nos Estados Unidos o direito ao voto das mulheres. A aprovaçom contou coa firme oposiçom da igreja católica, que considerava às sufragistas umhas loucas. No seu própio seio segue a negar que as mulheres podam aceder a oficiar sacramentos. A igreja invisibiliza às mulheres e relega-nos preferentemente ao papel de nai e esposa sumisa. No que vai de ano 32 mulheres perderom a vida no Reino de Espanha a mans dos 'seus homes'.
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8º No Brasil produce-se um assasinato homófobo, lesbófobo ou tránsfobo cada dous dias. As pessoas transsexuais e transgénero H-M som o colectivo que, estatísticamente, sofre maior violência machista.
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9º Dous milhons de pessoas em Sudamérica e 23 milhons em Âfrica som seropositivas. A igreja quere mais: persiste nas suas campanhas pro-fidelidade e contra o uso do condóm.
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10º Durante vários séculos a Santa Inquisiçom torturou e assasinou a milhares de mulheres, acusadas de bruxas, e de sodomitas, acusados de 'pecado nefando'. Na Itália 'finoccio' significa maricóm porque aos maricas cubriam-nos de folhas de finoccio para retrassar a queima e aumentar a agonia no lume. O outro termo italiano que designa aos maricas é 'frocci' que, ao igual que o inglês 'faggot' significa 'fazer lenha' (para as fogueiras). Especialmente espeluznante foi a repressom contra as populaçons indígenas do 'Novo Mundo' que integravam as práticas lésbicas e homossexuais na sua cultura. A igreja católica nunca se desculpou e segue a considerar 'contra natura' as nossas práticas sexuais.
A igreja mata.

Seguem a odiar-nos, seguem a considerar-nos enfermas, seguem a negar a nossa existência e liberdade....vas ficar calada?
Paremos à igreja católica e à sua reacçom moral